CAIXA Cultural Apresenta: Reinventando Shakespeare

05 a 17 de setembro – 2017
Caixa Cultural Rio de Janeiro

A importância da obra de William Shakespeare (1564-1616) é inestimável. Considerado pelo crítico americano Harold Bloom como “o maior escritor de todos os tempos”, o bardo de Stratford-Upon-Avon permanece influenciando, através de seus escritos, o trabalho de incontáveis artistas ao redor do mundo.

A mostra Reinventando Shakespeare apresenta inventivas adaptações cinematográficas da obra de William Shakespeare, oferecendo ao público a oportunidade de estabelecer novas conexões com o universo do bardo. De 5 a 17 de setembro, 16 filmes serão exibidos no Cinema 1 da CAIXA Cultural, no Rio de Janeiro.  Com curadoria de Fábio Feldman e Marcelo Miranda, a mostra propõe a exibição de uma série de versões cinematográficas que estabelecem novos diálogos com as peças shakespearianas. Em vez de apresentar adaptações “fiéis”, desprovidas de maior ousadia,  contempla releituras provocadoras, que a um só tempo expandem o universo de Shakespeare e atestam sua eterna relevância na história da arte.

A programação inclui também sessões comentadas, mesa-redonda com o Diretor de Teatro e Cinema Cristiano Burlan e Felipe Moraes, Mestre e Doutor em Meios e Processos Audiovisuais pela ECA-USP e a Palestra Shakespeare: o Gênio Original, com a professora Marlene Soares dos Santos, voltada para a questão da originalidade de Shakespeare e a recepção de sua obra ao longo dos séculos.

Os ingressos serão vendidos  a R$4,00 (inteira) e R$ 2,00 (meia) e os catálogos serão distribuídos gratuitamente no local com a apresentação de 2 (dois) ingressos de qualquer uma das sessões.

Entre os destaques da mostra, encontram-se clássicos do cinema, como Ran, de Akira Kurosawa, e Othello, de Orson Welles, e filmes menos conhecidos do grande público, como o impressionante Rei Lear, de Peter Brook, e A Herança, do brasileiro Ozualdo Candeias. A seleção inclui ainda Inimigos pelo Destino, de Abel Ferrara, Macbeth, de Roman Polanski, e o pouco visto Ophelia, de Claude Chabrol.